sexta-feira, 25 de maio de 2012

Notícia – Direitos Humanos - Questão da Síria

O Observatório Sírio dos Direitos Humanos garante que as forças sírias executaram quatro pessoas e 23 morreram em confrontos. Um relatório desta entidade informa ainda que continuam os bombardeamentos no centro do país. Mas segundo os militares, em Rastane, nesta região da Síria, a maioria dos civis fugiram e encontram-se aqui apenas um grande número de chefias rebeldes. Também em Homs, cidade que continua a ser bombardeada, terá morrido um civil. O mesmo terá acontecido numa aldeia vizinha. O Observatório Sírio dos Direitos Humanos exige um inquérito internacional às execuções sumárias levadas a cabo pelo regime sírio e afirma ter uma lista de dezenas de pessoas mortas, nos últimos meses, na província de Idleb, pelas autoridades. Em Damasco, há também mortes de civis a registar mas haverá também três militares sírios mortos em combates violentos contra grupos de desertores.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Imigração ilegal e as suas consequências

Como sabemos, as leis de cada país dizem-nos o que devem respeitar os estrangeiros e que condições têm que ter para trabalhar em seu território, e como é óbvio, se eles não cumprirem essas exigências podem ser presos. Existem mesmo certos países que têm centros de detenção específicos para detidos por razões migratórias, mas também existem países onde estes emigrantes são presos em prisões comuns.
A pena para esses emigrantes ilegais são deportá-los para os seus países de origem, mas primeiro deve-se enfrentar um processo judicial, e depois deve-se averiguar se o governo local tem recursos para esses gastos, e infelizmente acontece muitas vezes que o deportado aguarde preso durante meses, passando muitas vezes por condições horríveis existentes em prisões comuns.
Quase sempre, esses trabalhadores estrangeiros ilegais, encontram-se completamente desamparados, sem qualquer direito o que faz com que muitas empresas exploram-nos por estes não disporem de meios legais para se defenderem. Por esta mesma razão é muito importante que quem queira emigrar se dirija junto à embaixada ou consulado do país onde deseja ir, e se informe sobre quais as exigências e documentos necessários para poder trabalhar legalmente lá.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Famílias e empresas nunca estiveram tão pessimistas

Clima económico e confiança dos portugueses nunca estiveram tão maus


Os indicadores de clima económico e de confiança dos consumidores em Portugal divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) atingiram novos mínimos históricos em Janeiro, segundo dados divulgados esta sexta-feira.

O indicador de clima económico (calculado através de inquéritos a empresas vários sectores de actividade) registou um valor de -4,7, confirmando assim a trajectória descendente que mantém desde Outubro de 2010.

Também o indicador de confiança dos consumidores (calculado através de inquéritos a particulares) desceu ao valor mínimo de sempre, baixando para -57,1.

Ambos os indicadores de Dezembro já registavam mínimos históricos.

Fonte:JORNAL DE NOTÍCIAS

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Ainda pior em 2012 ...

A economia portuguesa terá o segundo pior desempenho no mundo em 2012.
O FMI (Fundo Monetário Internacional) manteve hoje as suas projecções para a economia portuguesa, antecipando uma quebra de 2,2% no PIB este ano e 1,8% em 2012, tal como consta nas previsões da troika que constam no programa de ajustamento de Portugal.

Contudo, a divulgação do World Economic Outlook do FMI permite comparar o desempenho de Portugal com as restantes economias mundiais, sendo que as projecções do FMI colocam Portugal no fundo da tabela.

Tendo em conta todos os países para os quais o FMI avançou com projecções, só a Grécia terá no próximo ano um desempenho inferior a Portugal. Para a economia helénica o FMI perspectiva uma quebra de 5% no PIB este ano e 2% em 2012.

Caso se concretizem as previsões do FMI, apenas Portugal e a Grécia estarão em recessão no próximo ano entre todos os países europeus. A economia italiana ficará perto da estagnação (PIB cresce 0,6% este ano e 0,3% em 2012) , a Espanha vai recuperar (PIB cresce 0,8% este ano e 1,1% em 2012) e a Irlanda (o terceiro país do euro a receber ajuda externa) passará de um crescimento de 0,4% em 2011 para 1,5% em 2012.

Mas a prestação da Grécia e Portugal não destoa apenas da que se prevê para os seus parceiros europeus. Olhando para as tabelas (ver imagem em baixo) com as previsões do FMI para os países (emergentes e desenvolvidos) asiáticos, americanos, africanos e do Médio Oriente, não se encontra país com uma quebra estimada do PIB superior à de Portugal e Grécia.

Reflexo dos programas de ajustamento e medidas de austeridade que os dois países estão a implementar, que têm forte impacto na evolução da actividade económica.