sexta-feira, 9 de março de 2012

Imigração ilegal e as suas consequências

Como sabemos, as leis de cada país dizem-nos o que devem respeitar os estrangeiros e que condições têm que ter para trabalhar em seu território, e como é óbvio, se eles não cumprirem essas exigências podem ser presos. Existem mesmo certos países que têm centros de detenção específicos para detidos por razões migratórias, mas também existem países onde estes emigrantes são presos em prisões comuns.
A pena para esses emigrantes ilegais são deportá-los para os seus países de origem, mas primeiro deve-se enfrentar um processo judicial, e depois deve-se averiguar se o governo local tem recursos para esses gastos, e infelizmente acontece muitas vezes que o deportado aguarde preso durante meses, passando muitas vezes por condições horríveis existentes em prisões comuns.
Quase sempre, esses trabalhadores estrangeiros ilegais, encontram-se completamente desamparados, sem qualquer direito o que faz com que muitas empresas exploram-nos por estes não disporem de meios legais para se defenderem. Por esta mesma razão é muito importante que quem queira emigrar se dirija junto à embaixada ou consulado do país onde deseja ir, e se informe sobre quais as exigências e documentos necessários para poder trabalhar legalmente lá.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Famílias e empresas nunca estiveram tão pessimistas

Clima económico e confiança dos portugueses nunca estiveram tão maus


Os indicadores de clima económico e de confiança dos consumidores em Portugal divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) atingiram novos mínimos históricos em Janeiro, segundo dados divulgados esta sexta-feira.

O indicador de clima económico (calculado através de inquéritos a empresas vários sectores de actividade) registou um valor de -4,7, confirmando assim a trajectória descendente que mantém desde Outubro de 2010.

Também o indicador de confiança dos consumidores (calculado através de inquéritos a particulares) desceu ao valor mínimo de sempre, baixando para -57,1.

Ambos os indicadores de Dezembro já registavam mínimos históricos.

Fonte:JORNAL DE NOTÍCIAS

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Ainda pior em 2012 ...

A economia portuguesa terá o segundo pior desempenho no mundo em 2012.
O FMI (Fundo Monetário Internacional) manteve hoje as suas projecções para a economia portuguesa, antecipando uma quebra de 2,2% no PIB este ano e 1,8% em 2012, tal como consta nas previsões da troika que constam no programa de ajustamento de Portugal.

Contudo, a divulgação do World Economic Outlook do FMI permite comparar o desempenho de Portugal com as restantes economias mundiais, sendo que as projecções do FMI colocam Portugal no fundo da tabela.

Tendo em conta todos os países para os quais o FMI avançou com projecções, só a Grécia terá no próximo ano um desempenho inferior a Portugal. Para a economia helénica o FMI perspectiva uma quebra de 5% no PIB este ano e 2% em 2012.

Caso se concretizem as previsões do FMI, apenas Portugal e a Grécia estarão em recessão no próximo ano entre todos os países europeus. A economia italiana ficará perto da estagnação (PIB cresce 0,6% este ano e 0,3% em 2012) , a Espanha vai recuperar (PIB cresce 0,8% este ano e 1,1% em 2012) e a Irlanda (o terceiro país do euro a receber ajuda externa) passará de um crescimento de 0,4% em 2011 para 1,5% em 2012.

Mas a prestação da Grécia e Portugal não destoa apenas da que se prevê para os seus parceiros europeus. Olhando para as tabelas (ver imagem em baixo) com as previsões do FMI para os países (emergentes e desenvolvidos) asiáticos, americanos, africanos e do Médio Oriente, não se encontra país com uma quebra estimada do PIB superior à de Portugal e Grécia.

Reflexo dos programas de ajustamento e medidas de austeridade que os dois países estão a implementar, que têm forte impacto na evolução da actividade económica.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

PREMIO NOBEL: Ainda não foi desta que o nosso sobrinho foi escolhido, pêsames das Titias e do Tio Patinhas

Os escolhidos para o prémio nobel da economia deste ano, 2011, foi partilhado por dois norte-americanos, Thomas J. Sargent e A. Christopher Sims.  
Este prémio deveu-se aos métodos desenvolvidos para estudar a relação entre a política económica e as variáveis macroeconómicas, como o produto interno bruto, inflação, emprego e investimento. Ou seja no fundo eles foram premiados pela "pesquisa empírica sobre a causa e o efeito na macroeconomia”.
As apostas dos especialistas concentraram-se, não nos nomes, mas na área de acção. Os desenvolvimentos no estudo da área macroeconómica eram os mais pedidos pelos críticos.
Por esta razão, este interesse pela área da macroeconomia é que nós a iremos explicar.
 A macroeconomia é o estudo do comportamento agregado de uma economia, ou seja, das principais tendências (a partir de processos microeconómicos) da economia no que concerne principalmente à produção, à geração de renda, ao uso de recursos, ao comportamento dos preços, e ao comércio exterior. A macroeconomia tem como objectivos principais: o crescimento da produção e consumo, o pleno emprego, a estabilidade de preços, o controle inflacionário e uma balança comercial favorável.
Só por uma questão de curiosidade, no ano passado reconhecidos com o prémio Nobel da Economia foram Peter Diamond, Dale Mortensen e Christopher Pissarides pelo seu trabalho sobre a eficiência no recrutamento, a formação de salários e legislação laboral.

Economia portuguesa vai contrair 4,1% este ano

- O Fundo Monetário Internacional (FMI) espera uma contracção de 4,1% da economia portuguesa já este ano, uma previsão ainda mais negativa que a do Banco de Portugal.
As últimas previsões do FMI, conhecidas hoje, apontam para uma contracção do PIB português de 4,1% este ano e de 0,5% em 2010.
Estas previsões são ainda mais pessimistas do que o cenário traçado pelo Banco de Portugal na semana passada. Segundo a instituição liderada por Vítor Constâncio, a economia nacional vai contrair 3,5% este ano, o pior desempenho da era democrática. - Chipre é o único que escapa à maré negraCom a excepção do Chipre, todas as economias da zona euro vão contrair este ano, segundo o FMI.
O cenário mais grave é o irlandês, onde se espera um crescimento negativo de 8% em 2009. Já as economias alemã e francesa, os grandes motores da Europa, deverão cair 5,6% e 3%, respectivamente.
Para o Reino Unido, que apresentou hoje o seu Orçamento, é esperada uma quebra de 4,1%.
De acordo com as previsões do FMI, a economia da zona euro fechar o ano com uma contracção de 4,2%.

- As previsões do FMI
Portugal (2009: -4.1%/2010: -0.5%)
Zona Euro (2009: -4.2%/2010: -0.4%)
Estados Unidos (2009: -2.8%/2010: 0.0%)
Economia Mundial (2009: -1.3%/2010: 1.9%)