Clima económico e confiança dos portugueses nunca estiveram tão maus
Os indicadores de clima económico e de confiança dos consumidores em Portugal divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) atingiram novos mínimos históricos em Janeiro, segundo dados divulgados esta sexta-feira.
O indicador de clima económico (calculado através de inquéritos a empresas vários sectores de actividade) registou um valor de -4,7, confirmando assim a trajectória descendente que mantém desde Outubro de 2010.
Também o indicador de confiança dos consumidores (calculado através de inquéritos a particulares) desceu ao valor mínimo de sempre, baixando para -57,1.
Ambos os indicadores de Dezembro já registavam mínimos históricos.
Fonte:JORNAL DE NOTÍCIAS
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Ainda pior em 2012 ...
A economia portuguesa terá o segundo pior desempenho no mundo em 2012.
O FMI (Fundo Monetário Internacional) manteve hoje as suas projecções para a economia portuguesa, antecipando uma quebra de 2,2% no PIB este ano e 1,8% em 2012, tal como consta nas previsões da troika que constam no programa de ajustamento de Portugal.
Contudo, a divulgação do World Economic Outlook do FMI permite comparar o desempenho de Portugal com as restantes economias mundiais, sendo que as projecções do FMI colocam Portugal no fundo da tabela.
Tendo em conta todos os países para os quais o FMI avançou com projecções, só a Grécia terá no próximo ano um desempenho inferior a Portugal. Para a economia helénica o FMI perspectiva uma quebra de 5% no PIB este ano e 2% em 2012.
Caso se concretizem as previsões do FMI, apenas Portugal e a Grécia estarão em recessão no próximo ano entre todos os países europeus. A economia italiana ficará perto da estagnação (PIB cresce 0,6% este ano e 0,3% em 2012) , a Espanha vai recuperar (PIB cresce 0,8% este ano e 1,1% em 2012) e a Irlanda (o terceiro país do euro a receber ajuda externa) passará de um crescimento de 0,4% em 2011 para 1,5% em 2012.
Mas a prestação da Grécia e Portugal não destoa apenas da que se prevê para os seus parceiros europeus. Olhando para as tabelas (ver imagem em baixo) com as previsões do FMI para os países (emergentes e desenvolvidos) asiáticos, americanos, africanos e do Médio Oriente, não se encontra país com uma quebra estimada do PIB superior à de Portugal e Grécia.
Reflexo dos programas de ajustamento e medidas de austeridade que os dois países estão a implementar, que têm forte impacto na evolução da actividade económica.
O FMI (Fundo Monetário Internacional) manteve hoje as suas projecções para a economia portuguesa, antecipando uma quebra de 2,2% no PIB este ano e 1,8% em 2012, tal como consta nas previsões da troika que constam no programa de ajustamento de Portugal.
Contudo, a divulgação do World Economic Outlook do FMI permite comparar o desempenho de Portugal com as restantes economias mundiais, sendo que as projecções do FMI colocam Portugal no fundo da tabela.
Tendo em conta todos os países para os quais o FMI avançou com projecções, só a Grécia terá no próximo ano um desempenho inferior a Portugal. Para a economia helénica o FMI perspectiva uma quebra de 5% no PIB este ano e 2% em 2012.
Caso se concretizem as previsões do FMI, apenas Portugal e a Grécia estarão em recessão no próximo ano entre todos os países europeus. A economia italiana ficará perto da estagnação (PIB cresce 0,6% este ano e 0,3% em 2012) , a Espanha vai recuperar (PIB cresce 0,8% este ano e 1,1% em 2012) e a Irlanda (o terceiro país do euro a receber ajuda externa) passará de um crescimento de 0,4% em 2011 para 1,5% em 2012.
Mas a prestação da Grécia e Portugal não destoa apenas da que se prevê para os seus parceiros europeus. Olhando para as tabelas (ver imagem em baixo) com as previsões do FMI para os países (emergentes e desenvolvidos) asiáticos, americanos, africanos e do Médio Oriente, não se encontra país com uma quebra estimada do PIB superior à de Portugal e Grécia.
Reflexo dos programas de ajustamento e medidas de austeridade que os dois países estão a implementar, que têm forte impacto na evolução da actividade económica.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
PREMIO NOBEL: Ainda não foi desta que o nosso sobrinho foi escolhido, pêsames das Titias e do Tio Patinhas
Os escolhidos para o prémio nobel da economia deste ano, 2011, foi partilhado por dois norte-americanos, Thomas J. Sargent e A. Christopher Sims.
Este prémio deveu-se aos métodos desenvolvidos para estudar a relação entre a política económica e as variáveis macroeconómicas, como o produto interno bruto, inflação, emprego e investimento. Ou seja no fundo eles foram premiados pela "pesquisa empírica sobre a causa e o efeito na macroeconomia”.
As apostas dos especialistas concentraram-se, não nos nomes, mas na área de acção. Os desenvolvimentos no estudo da área macroeconómica eram os mais pedidos pelos críticos.
Por esta razão, este interesse pela área da macroeconomia é que nós a iremos explicar.
A macroeconomia é o estudo do comportamento agregado de uma economia, ou seja, das principais tendências (a partir de processos microeconómicos) da economia no que concerne principalmente à produção, à geração de renda, ao uso de recursos, ao comportamento dos preços, e ao comércio exterior. A macroeconomia tem como objectivos principais: o crescimento da produção e consumo, o pleno emprego, a estabilidade de preços, o controle inflacionário e uma balança comercial favorável.
Só por uma questão de curiosidade, no ano passado reconhecidos com o prémio Nobel da Economia foram Peter Diamond, Dale Mortensen e Christopher Pissarides pelo seu trabalho sobre a eficiência no recrutamento, a formação de salários e legislação laboral.
Economia portuguesa vai contrair 4,1% este ano
- O Fundo Monetário Internacional (FMI) espera uma contracção de 4,1% da economia portuguesa já este ano, uma previsão ainda mais negativa que a do Banco de Portugal.
As últimas previsões do FMI, conhecidas hoje, apontam para uma contracção do PIB português de 4,1% este ano e de 0,5% em 2010.
Estas previsões são ainda mais pessimistas do que o cenário traçado pelo Banco de Portugal na semana passada. Segundo a instituição liderada por Vítor Constâncio, a economia nacional vai contrair 3,5% este ano, o pior desempenho da era democrática. - Chipre é o único que escapa à maré negraCom a excepção do Chipre, todas as economias da zona euro vão contrair este ano, segundo o FMI.
O cenário mais grave é o irlandês, onde se espera um crescimento negativo de 8% em 2009. Já as economias alemã e francesa, os grandes motores da Europa, deverão cair 5,6% e 3%, respectivamente.
Para o Reino Unido, que apresentou hoje o seu Orçamento, é esperada uma quebra de 4,1%.
De acordo com as previsões do FMI, a economia da zona euro fechar o ano com uma contracção de 4,2%.
- As previsões do FMI
Portugal (2009: -4.1%/2010: -0.5%)
Zona Euro (2009: -4.2%/2010: -0.4%)
Estados Unidos (2009: -2.8%/2010: 0.0%)
Economia Mundial (2009: -1.3%/2010: 1.9%)
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
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